junho 14, 2010

Trilha sonora para conhecer o mundo

Criada em 1993, nos EUA, a Putumayo é uma gravadora especializada em world music. Com mais de 80 títulos em seu catálogo, a Putumayo contribui para a difusão de valores culturais e a interação entre os povos retratando cada parte do mundo por suas músicas regionais de qualidade.

Há uma coleção especialmente voltada para os pequenos, a Putumayo Kids, que seguindo a proposta da gravadora, leva a criançada (de todas as idades) por uma viagem musical pelas diferentes culturas do nosso planeta. O Brasil está nessa coleção! No cd Brazilian Playground, prevalecem ritmos típicos como baião, forró e samba. São 13 faixas representadas por vozes como Roberta Sá, Moska, Gilberto Gil e o grupo Karaíva. As músicas são alegres, dançantes e ótimas para os momentos de diversão com os pimpolhos.

O Lucas ouviu e aprovou muito!

Samba dos Animais - Adriana Maciel


Brazilian Playground
1. Pancada - Gui Tavares
2. Tum Tum Tum - Roberta Sá
3. Morena - Luiz de Aquino
4. Coco Sacudido - Cláudio Stevenson Jorge
5. Alô, Alô - Marissa
6. Êh! Sanfonero - Paulinho Guiman
7. Forró No Escuro - Nazare Pereira
8. Tem Fila - Gabriel Moura
9. Se a Alegria Existe - Teresa Cristina
10. Xote das Meninas (Ela Só Quer) - O Karaiva
11. Samba Dos Animais - Adriana Maciel
12. Expresso 2222 - Gilberto Gil
13. Marinheiro Só - Moska

New Orleans Playground

African Dreamland

Veja outros títulos da Putumayo Kids

junho 03, 2010

10 dicas para se relacionar com uma pessoa com PC (Paralisia Cerebral)


1. Não trate a pessoa com PC como se ela fosse doente! Paralisia Cerebral não é doença!

Isso vale até para os médicos, acredite!
Paralisia Cerebral é uma desordem neurológica, um distúrbio do movimento e da postura causado por lesão cerebral ocorrida na gravidez ou nos primeiros meses de vida, normalmente causada por falta de oxigênio.
Perguntas como “ele é doentinho?” ou “qual é o problema dele”, são antipáticas e demonstram falta de sensibilidade.
Pense bem, antes de falar.

2. Antes de abordar uma pessoa com PC, procure saber qual é a deficiência.
Isso é importante especialmente no caso da paralisia cerebral, já que ela pode assumir várias formas.
O que parece, pode não ser. É comum que as pessoas pensem que o tal que está numa cadeira - ou que tem limitações motoras - não entende nada do que está sendo dito e por isso se permitem fazer comentários inadequados, tais como, "Coitadinho!”, “Qual que é problema dele?”, “O que ele tem?”, “Ele nasceu assim?”, “Ela entende alguma coisa?”

3. Não ignore sua presença nem menospreze sua capacidade intelectual!
Paralisia Cerebral não é doença mental.
Algumas pessoas apresentam déficit cognitivo (de entendimento) associado ao quadro motor, mas o que define a paralisia cerebral é uma disfunção motora e não intelectual.

4. Tente descobrir o melhor meio de se comunicar com uma pessoa com PC
Muitos deles apresentam prejuízos na fala, mas isso não significa que não possam se expressar.
Ainda que não fale, isso não quer dizer que não entende o que está sendo dito.
Se estiver interessado, tente se comunicar e observe a expressão da pessoa que tem meios muito eficientes de comunicação: sorrisos, olhares, acenos, gestos.
Basta você querer e ter paciência que a conversa vai se dar.

5. Nem todo PC é cadeirante e nem todo cadeirante tem paralisia cerebral.
Algumas crianças com PC conseguem andar antes dos sete anos e outros nunca andarão. Depende da extensão da lesão, do tratamento etc.
Se a pessoa diz que tem PC e não usa cadeira de rodas, não diga: “ah, mas nem parece”, como se a lesão fosse algo a ser estampado no rosto de alguém.

6. A Paralisia Cerebral não é contagiosa, portanto não perca a oportunidade de conviver e aprender com a diferença.
Ensine as crianças que estão à sua volta que o simples fato de estar numa cadeira de rodas ou ter expressões diferentes daquelas com as quais se costuma conviver, não faz de um PC um ser com o qual não é possível brincar, conversar, se relacionar.


7. Não infantilize as pessoas com paralisia cerebral.

Não se esqueça que na maioria das vezes a PC não acarreta comprometimento cognitivo.
Todos crescem, amadurecem, envelhecem. A pessoa com PC não se mantém criança indefinidamente. É comum ver pessoas mal informadas sobre a deficiência quase fazendo "bilu-tetéia" com homens e mulheres de 20, 30 ou 40 anos.

8. Não olhe alguém com PC como se fosse um ser de outro planeta.
Estima-se que surjam de 30 mil a 40 mil novos casos de paralisia cerebral por ano no Brasil.
Então, eles não são raridade nem bicho de sete cabeças.

9. Não tenha medo de se aproximar de alguém com uma órtese (aparelho ortopédico, bengalinha, etc.).
Algumas pessoas com PC usam aparelhos para corrigir posturas, evitar deformidades e melhorar funções.
Esses aparelhos não tornam seus usuários agressivos ou exóticos. Assim como algumas pessoas usam sapatos especiais, outras usam cadeira de rodas, umas usam próteses e outras usam órteses.
Não mexa em seus aparelhos sem pedir autorização, mesmo das crianças! Se estiver curioso, converse com a pessoa.

10. Sempre vale o bom senso: nada de piedade, mas sim condições iguais e companheirismo!
Normalmente, a pessoa com PC não precisa de tantos cuidados especiais. Aliás, a maioria precisa mesmo é de boas condições de acessibilidade.
Assim, não fique cheio de dedos em convidá-los para festas. PCs também fazem aniversário, vão ao cinema, viajam, estudam, namoram, compram e fazem tudo o mais que todo mundo faz.

abril 06, 2010

Multa moral para quem parar em vaga de deficiente


A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida - SMPED iniciou em dezembro de 2009 a distribuição do Talão de Multa Moral nos Shopping Centers e nas subprefeituras de São Paulo.

 A Multa Moral alerta os motoristas que utilizarem indevidamente as vagas de estacionamento reservadas às pessoas com deficiência nos shopping centers, hipermercados e demais estabelecimentos comerciais.

Além de alertar que o condutor está numa vaga exclusiva, a Multa Moral pretende lembrar o infrator que os habituais “5 minutinhos” ocupando a vaga podem acarretar diversos transtornos a quem realmente tem direito de utilizá-la.

Essa iniciativa faz parte do acordo firmado entre a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, o Ministério Público Estadual (MPE) e diversos shopping centers da Capital que assinaram, em setembro de 2009, Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), comprometendo-se a fiscalizar o uso das vagas de estacionamento reservadas a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Por parte da Prefeitura, além de fiscalizar e autuar os estabelecimentos que não estiverem de acordo com as normas de acessibilidade, coube também o papel de sensibilizar e orientar a população por meio de campanhas educativas em parceria com os shoppings. Essas iniciativas já estão sendo implantadas pela SMPED que, além da Multa Moral, está promovendo o curso “Sem Barreiras no Atendimento”, inicialmente para os funcionários dos shoppings que aderiram ao TAC e já iniciou um cronograma de visitas aos estabelecimentos comerciais que não assinaram o termo.

A fiscalização aos shopping centers signatários do TAC será feita pelo MPE, Prefeitura de São Paulo, por meio da SMPED e Subprefeituras, bem como pela própria população, que pode encaminhar denúncias à Promotoria de Justiça de Direitos Humanos – Área de Pessoas com Deficiência, localizada à Rua Riachuelo, nº 115 – tel. 3119-9054.

Pelo acordo com o MPE, 50% das vagas de estacionamento reservadas às pessoas com deficiência devem ser cercadas e funcionários devem estar disponíveis para prestar informações sobre localização e liberar essas vagas em, no máximo, 15 minutos.

É importante lembrar que mesmo os veículos de pessoas com deficiência devem possuir o Cartão DeFis – DSV, que é uma orientação especial, gratuita, para o estacionamento de veículos em via pública, zona azul e vagas em estabelecimentos públicos e privados demarcadas com o Símbolo Universal de Acessibilidade.

A multa moral, válida para a cidade de São Paulo, pode ser baixada AQUI ou solicitada pelo email atendimentosmped@prefeitura.sp.gov.br

fonte: Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida


março 22, 2010

Pratique a compaixão



Quando se olha para algo, o primeiro pensamento que nos vem é se gostamos ou não daquilo. Mesmo que inconscientemente, acabamos julgando e selecionando tudo o que nos é apresentado pela vida, seja um objeto, uma pessoa ou uma situação. O que aparentemente é bonito, bom, gostoso e perfeito, queremos ter por perto. Já o que não se encaixa nesses atributos, preferimos não encarar.

Sinto nitidamente isso com os olhares das pessoas para o Lucas. Há quem olhe e disfarce quando percebe que olhamos, há quem encare ao ponto de o queixo pender, há o olhar com um dedo discreto apontado e um cochicho. Todos esses olhares têm algo em comum, não possuem compaixão. Sentir compaixão é muito diferente de sentir pena.

A compaixão é o amor aliado à sabedoria. Olhar com compaixão é olhar e ver no outro as qualidades escondidas naquele ser, é olhar com ternura se perguntando o que o outro necessita e de que forma podemos ajudar. Essa ajuda pode vir de várias maneiras: uma doação material, um abraço, uma palavra amiga, uma bronca, um conselho, uma companhia em silêncio. O exercício maior é saber identificar a real necessidade e oferecê-la de coração com alegria.

A compaixão é uma manifestação positiva que acolhe, desperta coragem e oferece amor. Vamos todos praticar!

"Quando olhamos uma planta pensando se gostamos ou não, nossa mente opera obstruída pela sensação de gostar ou não gostar. Uma inteligência maior é olharmos para aquela planta perguntando do que ela necessita. E mais do que isso, nós podemos olhá-la e ver com os olhos do bom jardineiro quais as flores e frutos que essa planta tem escondida dentro dela, e que ela mesma não sabe."
(Lama Padma Samten)


março 07, 2010

Sábias orientações

Fazia bastante tempo que não acessava o orkut e hoje quando entrei fui direto para uma das comunidades que faço parte chamada "Pais de crianças especiais". Na descrição da comunidade um site Síndrome do Amor. Coisa linda de ver, o movimento que começou numa comunidade do orkut virou uma Associação, localizada em Ribeirão Preto/SP, que tem como objetivo objetivo apoiar, informar, orientar e capacitar famílias de crianças especiais.

Há no site uma guia "Primeiras Orientações" com dicas para a família que acabou de descobrir que seu filho é especial. Um texto belíssimo que na minha opinião deveria se chamar "Sábias Orientações", pois transmite muito bem os sentimentos que temos nesta exéperiência de ter um filho especial e servem para nos lembrar a qualquer momento de importâncias que acabamos nos esquecendo.

O Lucas já tem 8 anos e mesmo assim me surpreendi ao me indentificar com muitas das descrições ali citadas. Achei tão incrível que selecionei algumas das dicas pra colocar aqui no blog. Mas não deixe de visitar o site e ler todas as outras dicas que estão lá e conhecer mais sobre o trabalho realizado pela Associação.

EVITE A “VITIMITE” – Não aceite o papel de vítima. Esse é o pior caminho que você pode escolher. Se começar a se perguntar: “Por que comigo?”, “O que fiz pra Deus?”, é garantida a depressão e a amargura para sempre. É mais sábio aceitar o que não pode ser mudado e dar continuidade à vida.

VIVA O MOMENTO – Não permita que sua mente vá para o passado, nem para o futuro. Isso requer exercício diário. Questionamentos do tipo “será que vai acontecer isso...” ou “será que ele conseguirá aquilo...” só aumentarão sua ansiedade e nada mais. Viva cada minuto como se fosse o único.

NÃO FIQUE CONCENTRADA NAS LIMITAÇÕES, VEJA AS POSSIBILIDADES – A gente sofre muito quando fixa os olhos apenas no que nossos filhos não podem fazer e ainda perde a oportunidade de curtir as conquistas, que são muitas. Seu filho tem potencial como qualquer outra criança. O que é necessário é respeitar seu tempo e rever as referências.

PREPARE-SE PARA CONSOLAR AS PESSOAS – Para quem não vive essa realidade, um filho “com problema” é uma catástrofe, algo para acabar com a vida de qualquer pessoa. É comum que ao seu saber que seu bebê especial chegou, quem a conhece comece a procurar algum deslize seu que justifique o “castigo”. Perdoe, fazemos isso para ter a sensação de que não vai acontecer conosco. Já pensamos assim um dia... É preciso estar treinado para responder perguntas malucas e mostrar que não é bem assim. Mas não se esforce muito, não acreditarão mesmo em você ou acharão que o choque a deixou meio louca.

GOSTE DE VOCÊ – Continue a vida. Trabalhe, namore, se arrume, vá pra balada. Seu filho não nasceu para estragar sua existência. É muito peso atribuir a ele essa responsabilidade. Não é justo, inclusive. Seja feliz e garanta bons resultados.

CONVERSE COM SEU FILHO – Não importa o estado dele. Mesmo que os médicos digam que ele não pode entender, converse. Peça que reaja, que se esforce, diga que o ama, que o quer muito. O tom deve ser leve, sem imposições. Use o bom senso e confie. Como qualquer pessoa ele pode e tem direito de subir um degrau de cada vez.

PEÇA AJUDA – Você tem que ser forte, mas isso não quer dizer que tenha que ser onipotente. Prepare pessoas que possam cuidar bem do seu filho na sua ausência. Tenho um plano B,C,D. Permita-se descansar, dormir bem, mesmo que só algumas noites por semana. Isso vale para todas as mães e filhos.

DESACREDITE – Hoje em dia com o acesso fácil à informação, nossa tendência é ir buscar conhecer sobre a “doença” de nossos filhos. Aí vêm os casos e o desespero. Cada criança é uma criança, não se impressione. Desacredite também dos médicos quando o prognóstico for muito pesado. Lembre-se que esses profissionais foram formados para a cura e se sentem em dívida conosco quando não podem fazer muito, ou tudo. O médico é um ser humano antes de ser médico. Nosso desafio á apenas mostrar para eles que queremos nossos filhos e assumiremos os riscos juntos.Nunca se esqueça: nossas crianças estão fora do padrão é ninguém tem culpa disso, portanto, evite injustiças.

APAIXONE-SE – O filho especial também gosta de sentir que você se derrete por ele, assim como qualquer criança. Quem é que não gosta de um olhar apaixonado, um abraço gostoso daqueles de saudade? Comemore um sorriso, bata palmas, sorria também. Avalie o esforço que ele deve ter empregado para um pequeno aprendizado e acabará se conscientizando que está frente a frente com um verdadeiro herói.

Não deixe de acessar:
Síndrome do Amor
Comunidade no orkut (Pais de Crianças Especiais)
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março 06, 2010

Na casa da vovó

Sábado foi dia de almoço na casa da vovó Tania e da bisa Judite. Todas as primas (sim, só tem meninas) por parte da família do papai do Lucas estavam lá e fizeram a maior bagunça. Lógico que o ele não ia ficar fora dessa!



O momento da produção e o resultado final da maquiagem que ficou linda!



Depois o papai quis mostrar todo o seu talento também e fez uma maquiagem de guerreiro no Lucas.


março 03, 2010

1a distração do VEPTR

Ontem, por volta das 17h00, veio a autorização do convênio para a cirurgia do Lucas. Fomos para o hospital às 22h00 fazer a internação e à noite mesmo as enfermeiras colheram sangue para fazer os exames necessários. Pela manhã, o médico residente da equipe de escoliose da AACD veio conversar com a gente sobre o procedimento e logo depois veio o anestesista, muito atenciosos os dois. Um sustinho básico com um dos exames do Lucas, o resultado das plaquetas deu bem baixo. Mas foi erro laboratorial, o exame foi repetido e estava tudo certo.

Às 9h00, o Lucas subiu para o centro cirúrgico. Foi dormindo, o que me deixou bem mais tranquila. Uma meia hora depois nos avisaram que o procedimento havia terminado. Subimos para conversar com o médico que nos deu a notícia de que havia corrido tudo bem. A distração foi de 0,5cm, pode variar de 0,5cm a 1cm. Precisávamos aguardar apenas o Lucas acordar da anestesia para ir pro quarto. E demorou viu... Parece que meu filhote aproveitou o friozinho que chegou a SP para esticar a sonequinha. Ele só desceu para o quarto às 17h00, com uma carinha ótima, coradinho e sorrindo. Bem diferente da cirurgia de instalação do VEPTR.

A previsão de alta é pra hoje mesmo. Estou aguardando o médico passar por aqui para nos liberar. E dá-lhe mais um pouco de espera! Mas agora é uma espera bem mais tranquila. Já passou. Tudo deu certo. Nosso pequeno enfrentou mais uma batalha. Cada dia mais me orgulho deste meu guerreiro.

A serenidade chegou e trouxe junto com ela o conforto da felicidade. Viva Lucas!

março 02, 2010

No aguardo

Hoje é um dia de grande expectativa e ansiedade. A primeira cirurgia de distração do VEPTR está agendada para amanhã (03/03 - 4a feira). Esta cirurgia é para expandir a haste e possibilitar o crescimento da coluna do Lucas. Pelo que dizem é um procedimento rápido e tranquilo, mas como o pós-operatório da instalação foi muito difícil fiquei um pouco "traumatizada".

No momento, ainda não tivemos a liberação do convênio, que só libera (ou não) a autorização na véspera do procedimento a partir das 15h00. Diga-se de passagem, uma crueldadezinha conosco que ficamos na angústia sem saber o que vai acontecer e se falamos ou não com o Lucas para prepará-lo. Aliás, essa é uma questão que anda perambulando meus pensamentos, conversar com a criança antes de uma cirurgia tranquiliza ou só gera mais ansiedade?

Bom, enquanto esperamos a resposta do convênio vamos tocando o dia normalmente e tentando manter a mente sob controle.

Serenidade.

fevereiro 10, 2010



Sou uma mãe preocupada e seletiva quando o assunto é desenho na TV. Fico chocada quando vejo animações repletas de malícia e violência passando abertamente para crianças que mal aprenderam o "a-e-i-o-u". Pequenas mentes ainda em formação sendo bombardeadas por tanta bobagem.

Como o Lucas tem um déficit visual que dificulta a fixação do olhar, busco desenhos que tenham um bom repertório sonoro, com músicas e diálogos explicativos que narrem as ações dos personagens. Normalmente são desenhos para crianças de baixa faixa etária, que passam em canais como Discovery Kids. A TV Cultura também possui programas bem bacanas, como Cocoricó.

Procuro estar atenta às novidades, e foi passeando pelo site da TV Cultura descobri o projeto AnimaTV, um programa lançado para estimular a indústria brasileira de animação. A partir de hoje até 28 de fevereiro, os 17 trabalhos selecionados na primeira fase estão disponíveis no site para serem assistidos e votados. Cada animação tem 11 minutos de duração.

Faça parte deste júri. Reúna as crianças e divirtam-se!